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José
Antonio
Jacob
Mais uma
noite
insone e
fico
atento,
Ouvindo,
aqui do
quarto,
com
espanto,
Baterem
na
vidraça
a chuva
e o
vento,
E cá de
dentro
estou
tremendo
tanto!
Eu não
tenho
sossego
um só
momento:
Vejo um
menino
magro,
em
desencanto,
E,
enquanto
a sua
mãe
chora
num
canto,
Meu
coração
soluça
em
desalento.
Levanto-me,
para
acender
a luz,
Pego um
santinho
e vou
beijar
Jesus
E rezo
uma
oração
cheia de
paz...
E, elas
saem,
levando
as dores
suas,
Duas
visões
chorando
pelas
ruas,
A mãe na
frente e
o filho
mais
atrás...

Todos os
direitos
reservados
ao autor
Do livro
Almas
Raras de
José
Antonio
Jacob


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